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Ex- diretor da Galeria de Arte UFF, Niterói, coordenou o Projeto Rio Arte Pinta no Rio, realizando inferências urbanas em estações do metrô carioca. Como professor trabalhou junto às populações carcerárias, e reuniu na exposição A cor do cárcere, no Museu do Ingá, Niterói, trabalhos de 100 internos do Presídio Vieira Ferreira Neto, em Niterói. Madruga foi um dos criadores das Oficinas de Arte da Casa da Paz, antigo palco da chacina de Vigário Geral, transformada em polo de resistência à violência pelo Projeto Viva Rio. Em 1999 realizou em Niterói work-shops de desenho com os deficientes da Associação Fluminense de Amparo ao Cego e mostrou no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno a instalação "Cego" com trabalhos realizados por aqueles alunos. Sua obra esteve presente em diversos salões nacionais e em exposições itinerantes pela paz mundial em Londres, Nova Iorque, Paris e Bagdá. Possui atelier com exposição permanente em Búzios, no Rio de Janeiro.


Com Textos Diferentes, 2002

Madeira, cal, óleo e mámore 1,00 m x 0,70 m
0,70 m x 0,35 m