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Discípulo
de Candido Portinari, ex-aluno da escola Superior de Belas Artes de Paris
(1948-1950). Fundador da Cadeira de História da Arte da Universidade
Federal Fluminense e consultor Ad. Doc do CNPq.
Sobre ele,
Antônio Houaiss escreveu no Prefácio da 2º edição
do livro Da cor à cor inexistente : "Israel Pedrosa vem sendo
há 27 anos, só uma coisa: um pintor pensador da cor [...]
professor, pesquisador, experimentador [...] que a tudo isso alia a sua
personalidade de Pintor - pura e puramente".
E sobre a
" 'cor inexistente', esse conceito como que expressamente elaborado
pelas insônias inquiridoras deste autor: a cor humana faz o olho
humano que faz a cor no processo humano, chegando à percepção
e ao domínio das interações cromáticas que
geram, em áreas isentas de pigmentação, sua presença,
o da cor existente por interação, essa cor 'inexistente'.
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