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Maria Claudia

autoria, canto, composição, música

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Presença constante na Lapa há cinco anos, Maria Cláudia é o novo nome do samba no Rio. Além de cantar, ela toca teclado e compõe com o marido Alexandre Conde, também compositor e percussionista. Recentemente (julho11), marcou presença na homenagem da Portela a Clara Nunes e foi a atração do Happy Hour do Clube Naval. Também cantou o melhor do samba de raiz e sucessos de Zé keti, Dona Ivone Lara, Noel Rosa em shows no Teatro Gonzaguinha (Centro do Rio). “Esse é meu samba” teve participação da Velha Guarda da Bateria da Mangueira e Tantinho da Mangueira. Clara Nunes foi homenageada com a composição Clara e teve o famoso Conto de Areia em destaque no espetáculo que relembrou os 28 anos de morte. Maria Cláudia recebeu da Estação Primeira da Mangueira o diploma “Aquele que sempre amou a Velha Guarda”. No próximo dia 7 de setembro, cantará com Nelson Sargento, na tradicional festa da Velha Guarda da bateria mangueirense.

Segundo a crítica e o público, o jeito da carioca de 39 anos, o estilo e as composições lembram Clara Nunes, a cantora mineira que morreu em 2/4/1983. O mar é constante nas músicas das duas, assim como as mensagens espirituais.

Tão Simples é o nome do primeiro CD gravado, no qual incluiu sambas de roda e busca resgatar a cultura afro-brasileira através do samba de roda e outros ritmos brasileiros, como o Parintins. Os projetos para futuros shows são muitos. São seus objetivos contribuir para o fortalecimento do samba como principal gênero musical brasileiro, divulgar através do canto antigos sucessos e tornar conhecidas suas músicas, compostas através de pesquisas e influências dos grandes nomes brasileiros.

Desde cedo, Claudia expressou sua vocação musical. Aos oito anos iniciou o estudo musical, formou-se aos 18 como organista e tecladista popular, durante 10 anos trabalhou como instrutora musical e em 2000 montou seu próprio curso de música ao lado do marido. Fez diversas apresentações em clubes e eventos até chegar à noite na Lapa.

http://garotafm.com.br/2011/03/24/maria-claudia-e-velha-guarda-da-mangueira-homenageiam-clara-nunes/
http://radioglobo.globoradio.globo.com/madrugada-na-globo/MADRUGADA-NA-GLOBO.htm
http://www.sosamba.com.br/caia-no-samba/principal/noticias/sargento-recebe-maria-claudia
http://jornal.ofluminense.com.br/editorias/cultura-e-lazer/homenagem-para-clara-nunes-no-gonzaguinha

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Presença constante na Lapa há cinco anos, Maria Cláudia é o novo nome do samba no Rio. Além de cantar, ela toca teclado e compõe com o marido Alexandre Conde, também compositor e percussionista. Recentemente (julho\2011), marcou presença na homenagem da Portela a Clara Nunes e foi a atração do Happy Hour do Clube Naval. Também cantou o melhor do samba de raiz e sucessos de Zé keti, Dona Ivone Lara, Noel Rosa em shows no Teatro Gonzaguinha (Centro do Rio). “Esse é meu samba” teve participação da Velha Guarda da Bateria da Mangueira e Tantinho da Mangueira. Clara Nunes foi homenageada com a composição Clara e teve o famoso Conto de Areia em destaque no espetáculo que relembrou os 28 anos de morte. Maria Cláudia recebeu da Estação Primeira da Mangueira o diploma “Aquele que sempre amou a Velha Guarda”. No próximo dia 7 de setembro, cantará com Nelson Sargento, na tradicional festa da Velha Guarda da bateria mangueirense. Segundo a crítica e o público, o jeito da carioca de 39 anos, o estilo e as composições lembram Clara Nunes, a cantora mineira que morreu em 2/4/1983. O mar é constante nas músicas das duas, assim como as mensagens espirituais. Tão Simples é o nome do primeiro CD gravado, no qual incluiu sambas de roda e busca resgatar a cultura afro-brasileira através do samba de roda e outros ritmos brasileiros, como o Parintins. Os projetos para futuros shows são muitos. São seus objetivos contribuir para o fortalecimento do samba como principal gênero musical brasileiro, divulgar através do canto antigos sucessos e tornar conhecidas suas músicas, compostas através de pesquisas e influências dos grandes nomes brasileiros. Desde cedo, Claudia expressou sua vocação musical. Aos oito anos iniciou o estudo musical, formou-se aos 18 como organista e tecladista popular, durante 10 anos trabalhou como instrutora musical e em 2000 montou seu próprio curso de música ao lado do marido. Fez diversas apresentações em clubes e eventos até chegar à noite na Lapa.

crítica

http://garotafm.com.br/2011/03/24/maria-claudia-e-velha-guarda-da-mangueira-homenageiam-clara-nunes/ http://radioglobo.globoradio.globo.com/madrugada-na-globo/MADRUGADA-NA-GLOBO.htm http://www.sosamba.com.br/caia-no-samba/principal/noticias/sargento-recebe-maria-claudia http://jornal.ofluminense.com.br/editorias/cultura-e-lazer/homenagem-para-clara-nunes-no-gonzaguinha