Pintura, desenho e gravura são os meios de expressão da artista plástica Ana Lucia de Campos Schieck Terziani nascida em 16 de abril de l960, no estado de Massachusetts – EUA.
Em l980, concluiu o curso de licenciatura em Educação Artística pela Faculdade do Centro Educacional de Niterói – FACEN e em l998 especializou-se em História da Arte e Arquitetura no Brasil pela PUC – RJ. Realizou, no anos de l980 a 1982, o curso “Pintura como Objeto”, ministrado pelo prof. Charles Watson, no Parque Lage. Em 1985 estudou xilogravura no Solar do Barão, em Curitiba. Em l990 freqüentou o curso de aquarela, da profa. Sonia Harumi Ota e de l991 a 1993, o curso de gravura em metal”, com o prof. Ricardo Queiroz, ambos no Museu do Ingá. Em 2001 participou no Rio de Janeiro do workshop de desenho e conceitualização “Procedência e Propriedade”, sob orientação de Charles Watson.
Leciona, desde l988, Educação Artística na Escola Aldeia Curumin em Niterói e a partir de l998 é professora das disciplinas de Desenho Artístico, Gravura, História da Arte Brasileira e Arte Educação na Universidade Salgado de Oliveira – Universo, em Niterói.
A artista participou de duas exposições coletivas no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, em Niterói. A primeira, Coletiva de Aquarela, realizada em 1990 e, em l992, a Coletiva de Gravura em Metal. Em 2000 participou, através da Cooperativa de Artistas Plásticos Imaginarte, de exposição em Düsseldorf, na Alemanha.
Atualmente, além de suas atividades docentes, retomou o trabalho individual em xilogravura e desenho.
“…Ana Lúcia enfrenta nas suas águas-tintas, três desafios que consegue solucionar com talento e habilidade. O primeiro deles é, segundo sua própria definição, o difícil domínio da técnica da gravura em metal; o segundo é o domínio do espaço, a capacidade de colocar em jogo a faculdade de manipular as percepções ópticas do espectador através da própria faculdade tridimensional que oferece a técnica da impressão; o terceiro é o domínio da cor, conseguir a magia de reativar a imagem, sempre a mesma, sempre diferente, a través das nuanças de luzes e sombras, da pureza e maleabilidade dos tons…”
Pedrosa Morgado
Dezembro de 2001.