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MAURICIO BENTES (1958 – 2004)

artes visuais, escultura

e-mail: | telefone: 021 91752606

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Escultor, nasceu a 20 de dezembro de 1958, no Rio de Janeiro. Formado em Economia pela Faculdade Cândido Mendes (1979), iniciou sua formação artística com Celeida Tostes, na Escola de Artes Visuais do Parque Laje, com Haroldo Barroso, na Oficina de Escultura do Ingá e com Alair Gomes, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

Desde a década de 1980, Maurício vem participando de importantes mostras coletivas, no Brasil e no exterior, entre as quais destacam-se Como Vai Você, Geração 80? e Território Ocupado, Escola de Artes Visuais, Rio de Janeiro (1984 e 1986); XIX e XX Bienal de São Paulo (1987 e 1989); Rio Hoje, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1989); Viva Brasil Viva, Kulturauset, Estocolmo, Suécia (1991); Esculturas, Paço Imperial, Rio de Janeiro (1992); Paixão do Olhar, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, além de outras realizadas no Centro Cultural São Paulo (SP), e no Museum of the Americas, Washington, EUA, as duas últimas em 1993.

Das exposições individuais, destacam-se as realizadas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1982); Galeria São Paulo, São Paulo (1983); Galeria Anna Maria Niemeyer, Rio de Janeiro (1987); Galeria Nara Roesler, São Paulo (1991); Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro (1995) e Coletânea Galeria de Arte, Rio de Janeiro (1996).

Maurício Bentes tem sua obra representada nas coleções do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Coleção João Satamini / Museu de Arte Contemporânea de Niterói, Museu Nacional de Belas Artes e Paço Imperial, no Rio de Janeiro.

“Cada gesto seu, cada obra, cada atitude sua é um banho de luz e esperança em meio à escuridão e à tristeza que domina a vida brasileira; a ele não interessa a lamúria, o lamento. Ao contrário, persegue incessantemente o prazer, a cantoria, a amplitude. Com ele aprendemos que a vida é para ser enfrentada com coragem e alegria; as suas obras pulsam luminosamente. [...] Suas esculturas recusam o realismo gratuito ou a forma modernista convencional; ao mesmo tempo passam à distância de tentativas reducionistas de origem minimalista ou de surradas experiências que fazem da visceralização do material o instrumento e a forma da obra. Maurício busca a obra tridimensional aberta, ampla, pública, participativa. [...] A arte para Maurício é a luz do olhar, é a comunhão entre as pessoas.”
MARCOS DE LONTRA COSTA – 1994

“[...] Maurício Bentes desenvolveu uma postura questionadora que o obriga a experimentar e de maneira muito especial encontrar soluções. Há no seu processo artístico um continuum de achados estéticos que definem um repertório individual. Com certeza, isto está aliado a uma enorme dedicação ao trabalho criativo, mas, sobretudo, é fruto de uma capacidade de reflexão sobre o sensível, de uma peculiar observação da natureza em toda a sua extensão. [...] No percurso de Maurício Bentes, atitude gera atitude. O que é incorporado em determinado trabalho passa a ser referência para os trabalhos seguintes. Nada é isolado, tudo é conseqüente.”
CLÁUDIO TELLES – 1994

perfil

Escultor, nasceu a 20 de dezembro de 1958, no Rio de Janeiro. Formado em Economia pela Faculdade Cândido Mendes (1979), iniciou sua formação artística com Celeida Tostes, na Escola de Artes Visuais do Parque Laje, com Haroldo Barroso, na Oficina de Escultura do Ingá e com Alair Gomes, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Desde a década de 1980, Maurício vem participando de importantes mostras coletivas, no Brasil e no exterior, entre as quais destacam-se Como Vai Você, Geração 80? e Território Ocupado, Escola de Artes Visuais, Rio de Janeiro (1984 e 1986); XIX e XX Bienal de São Paulo (1987 e 1989); Rio Hoje, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1989); Viva Brasil Viva, Kulturauset, Estocolmo, Suécia (1991); Esculturas, Paço Imperial, Rio de Janeiro (1992); Paixão do Olhar, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, além de outras realizadas no Centro Cultural São Paulo (SP), e no Museum of the Americas, Washington, EUA, as duas últimas em 1993. Das exposições individuais, destacam-se as realizadas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1982); Galeria São Paulo, São Paulo (1983); Galeria Anna Maria Niemeyer, Rio de Janeiro (1987); Galeria Nara Roesler, São Paulo (1991); Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro (1995) e Coletânea Galeria de Arte, Rio de Janeiro (1996). Maurício Bentes tem sua obra representada nas coleções do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Coleção João Satamini / Museu de Arte Contemporânea de Niterói, Museu Nacional de Belas Artes e Paço Imperial, no Rio de Janeiro.

crítica

"Cada gesto seu, cada obra, cada atitude sua é um banho de luz e esperança em meio à escuridão e à tristeza que domina a vida brasileira; a ele não interessa a lamúria, o lamento. Ao contrário, persegue incessantemente o prazer, a cantoria, a amplitude. Com ele aprendemos que a vida é para ser enfrentada com coragem e alegria; as suas obras pulsam luminosamente. [...] Suas esculturas recusam o realismo gratuito ou a forma modernista convencional; ao mesmo tempo passam à distância de tentativas reducionistas de origem minimalista ou de surradas experiências que fazem da visceralização do material o instrumento e a forma da obra. Maurício busca a obra tridimensional aberta, ampla, pública, participativa. [...] A arte para Maurício é a luz do olhar, é a comunhão entre as pessoas." MARCOS DE LONTRA COSTA - 1994 "[...] Maurício Bentes desenvolveu uma postura questionadora que o obriga a experimentar e de maneira muito especial encontrar soluções. Há no seu processo artístico um continuum de achados estéticos que definem um repertório individual. Com certeza, isto está aliado a uma enorme dedicação ao trabalho criativo, mas, sobretudo, é fruto de uma capacidade de reflexão sobre o sensível, de uma peculiar observação da natureza em toda a sua extensão. [...] No percurso de Maurício Bentes, atitude gera atitude. O que é incorporado em determinado trabalho passa a ser referência para os trabalhos seguintes. Nada é isolado, tudo é conseqüente." CLÁUDIO TELLES - 1994