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Kátia de Marco

artes visuais, multimeios

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Kátia Araújo de Marco Rangel nasceu em São José dos Campos – SP, no ano de 1960. Graduou-se em Ciências Sociais – Bacharelado e Licenciatura, pela Universidade Federal Fluminense – UFF, Niterói, 1982. Concluiu o curso de Mestrado em Ciência da Arte, em 1997, no Departamento de Arte da Universidade Federal Fluminense, com tese intitulada Ciberarte – delineamentos de uma nova linguagem.

Estudou Pintura com o professor Hilton Berredo, 1993, e freqüentou cursos com Aluísio Carvão, 1994, e com Daniel Senise, Beatriz Milhazes, Angelo Venosa, Iole de Freitas, Luiz Ernesto e Ricardo Basbaum, 1996, todos no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, Niterói. Participou ainda do curso “Metamorfoses Eletrônicas”, com Diana Domingues, no Centro de Artes da UFF, 1996.

Lecionou no Departamento de Arte da UFF, em 1997, 1998 e 2000, e coordenou a Sala Raul Seixas e o Espaço Multimídia de Arte do Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, Niterói, de 1993 a 1997. Atuou como Curadora do Espaço Cultural Conselheiro Paschoal Cittadino, onde realizou diversas exposições dos artistas Israel Pedrosa, Milton Dacosta e Abelardo Zaluar, entre outros, 1999 a 2000. Realizou, ainda, diversas curadorias no Rio e em Niterói, destacando-se a co-curadoria Geral, com Cláudio Valério Teixeira, da Exposição Niterói Arte Hoje, de 188 artistas, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói e das curadorias de exposições de Israel Pedrosa no Espaço Cultural do Tribunal de Contas, em 2003. Como também a curadoria da exposição “Livro- objeto da arte”, com Rosangela Rennó, Xico Xaves, Enrica Bernardelli, Edimilson Nunes, Marcos Cardoso, Jarbas Lopes, Rosa Oliveira, entre outros na Galeria Candido Mendes de Ipanema, 2002.

Coordenou as Pequena e Grande Galerias do Centro Cultural Candido Mendes, de 1998 a 2001.
É membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte – ABCA e da Associação Nacional dos Pesquisadores em Artes Plásticas – ANPAP.
É autora e foi coordenadora do Projeto Niterói Artes, promovendo exposições virtuais e cursos de arte à distância, na Fundação de Arte de Niterói de 1998 a 2002 (www.niteroi-artes.gov.br).

Atualmente dirige e leciona na Escola Candido Mendes de Gestão Cultural, projeto de sua autoria, na Universidade Candido Mendes desde 2002 (www.gestaocultural.ucam.edu.br).

Em sua carreira artística, realizou exposições individuais na Galeria Quirino Campofiorito, do Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, Niterói, 1992; na Galeria I do Museu do Telephone, Rio de Janeiro, 1993; na Galeria da Igrejinha, Niterói, 1996; no Museu do Ingá, Niterói, 1996; no Centro Cultural Candido Mendes, Rio de Janeiro, 1998; e na Galeria de Arte da Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2000.

Integrou a I Bienal de Arte de Mato Grosso, Cuiabá, 1995; a exposição “4 x 4″, no Espaço Cultural dos Correios, Rio de Janeiro e no Museu do Ingá, Niterói, 1997; o XXII Salão de Arte Contemporânea de Ribeirão Preto – SP, 1997; e coletiva na Galeria do Serviço Social do Comércio – SESC, Niterói, 2001, a exposição “Niterói Arte Hoje” no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, 2002, e ainda no Espaço Cultural do CREA, no Rio, 2003.

Recebeu Menção do Júri, no II Salão de Arte de Mato Grosso, Cuiabá, 1994, e integra a seleção de artistas do mapeamento Rumos Visuais, 1999/2000 e 2001/2003, do Instituto Cultural Itaú, São Paulo. Foi selecionada ainda para o 13th SIBGRAPI – Eletronic Art Exibition, em Gramado – RS, 2000.
Participou do Fotorio e do “Mês Internacional de Fotografia” em Quito, Equador e Lima, Peru, sob a curadoria de Ângela Magalhães e Nadja Peregrino, em 2003 e 2004.
Publicou o livro A Travessia Rio-Niterói, de autoria conjunta com Marilena dos Reis Peluso, editado pela Fundação de Atividades Culturais de Niterói – FAC, 1983, e diversos artigos em revistas de arte e cultura.

“Kátia de Marco tem respondido aos apelos do ofício com determinação de artista: sempre experimentando, sempre procurando situar o mundo contemporâneo na tradição milenar, sempre resistindo ao apelo fácil das soluções comerciais repetitivas.
Seu temperamento, obstinação e amor à arte, revelados em sua (ainda) curta carreira, prometem levar sua expressão por caminhos inéditos que, certamente, nos farão ver com novos olhos as antigas tradições”.

HILTON BERREDO, 1993

“Surpreende, na generosa produção estética de Kátia de Marco, a metamorfose das formas, inquietamente operando dentro de um devir de caráter heraclitiano, à medida que a jovem artista jamais banhará suas obras nas águas do mesmo rio estético. Mutável, como a mulher cantada por Verdi, a produção de Kátia de Marco mantém, todavia, ao longo de vasta e variegada trajetória, uma constante, um traço insuspeito, marco indelével, como que pagando, igualmente, tributo a Parmênides: um aspecto minimalista abarca esta arte, essencialmente sensorial, sem dúvida luminosa, quase esotérica e dotada de um não sei quê de diáfano”.

LATUF ISAIAS MUCCI, 1998

“Evitar a objetificação da imagem pelo olhar do outro propondo um diálogo radical com a imagem – é o que me parece trazer essa exposição de Kátia de Marco. Radical porque sem impor condições prévias desenvolve-se ern situação, como num sonho ou numa alucinação: consciência sem reflexão. Dessa forma, Deus, História e Arte são aqui igualmente desafiados, questionados e rejeitados como intérpretes da obra. Afinal – pergunta-se -, se a liberdade é a condição do ser imanente e o mundo real é contingente, que importância as formas conhecidas de transcendência teriam? Qual o sentido de se ter um intérprete de uma imagem quando esta não representa coisa alguma?
Por certo que essa espécie de ‘acerto de contas’ que a exposição faz com a modernidade tem tudo a ver com o retumbante fracasso da Utopia. E nesse sentido não apenas essa exposição mas toda a produção artística de Kátia do Marco se insere programaticamente naquilo que um conhecido crítico denominou – numa referência ao Novo contemporâneo – de capitalização do zero. Isto é, ela traz consigo ‘a dúvida sobre si mesma’.
Entretanto, é preciso não confundir essa condição consignada pela produção da artista com o status quo de um certo tipo de pós-modernismo anti-utopista. Pois enquanto este último é tão somente uma atualizaçao da má-fé messiânica revestida de um verniz esquizofrênieo, o que a artista propõe é – repito – um diálogo em situação, um novo modo de pensar a história e, nela, também a arte. Não se trata, portanto, de uma simples rejeição da utopia mas, sim, de tensionar estética e politicamente o modelo que produz seus mitos. Como o efeito que o muarê provoca”.

RONALDO REIS (em referência ao trabalho da artista na exposição “Trans Aparências”, 1998)

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  Kátia Araújo de Marco Rangel nasceu em São José dos Campos - SP, no ano de 1960. Graduou-se em Ciências Sociais - Bacharelado e Licenciatura, pela Universidade Federal Fluminense - UFF, Niterói, 1982. Concluiu o curso de Mestrado em Ciência da Arte, em 1997, no Departamento de Arte da Universidade Federal Fluminense, com tese intitulada Ciberarte - delineamentos de uma nova linguagem.     Estudou Pintura com o professor Hilton Berredo, 1993, e freqüentou cursos com Aluísio Carvão, 1994, e com Daniel Senise, Beatriz Milhazes, Angelo Venosa, Iole de Freitas, Luiz Ernesto e Ricardo Basbaum, 1996, todos no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, Niterói. Participou ainda do curso "Metamorfoses Eletrônicas", com Diana Domingues, no Centro de Artes da UFF, 1996.   Lecionou no Departamento de Arte da UFF, em 1997, 1998 e 2000, e coordenou a Sala Raul Seixas e o Espaço Multimídia de Arte do Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, Niterói, de 1993 a 1997. Atuou como Curadora do Espaço Cultural Conselheiro Paschoal Cittadino, onde realizou diversas exposições dos artistas Israel Pedrosa, Milton Dacosta e Abelardo Zaluar, entre outros, 1999 a 2000. Realizou, ainda, diversas curadorias no Rio e em Niterói, destacando-se a co-curadoria Geral, com Cláudio Valério Teixeira, da Exposição Niterói Arte Hoje, de 188 artistas, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói e das curadorias de exposições de Israel Pedrosa no Espaço Cultural do Tribunal de Contas, em 2003. Como também a curadoria da exposição “Livro- objeto da arte”, com Rosangela Rennó, Xico Xaves, Enrica Bernardelli, Edimilson Nunes, Marcos Cardoso, Jarbas Lopes, Rosa Oliveira, entre outros na Galeria Candido Mendes de Ipanema, 2002. Coordenou as Pequena e Grande Galerias do Centro Cultural Candido Mendes, de 1998 a 2001. É membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte - ABCA e da Associação Nacional dos Pesquisadores em Artes Plásticas - ANPAP. É autora e foi coordenadora do Projeto Niterói Artes, promovendo exposições virtuais e cursos de arte à distância, na Fundação de Arte de Niterói de 1998 a 2002 (www.niteroi-artes.gov.br). Atualmente dirige e leciona na Escola Candido Mendes de Gestão Cultural, projeto de sua autoria, na Universidade Candido Mendes desde 2002 (www.gestaocultural.ucam.edu.br). Em sua carreira artística, realizou exposições individuais na Galeria Quirino Campofiorito, do Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, Niterói, 1992; na Galeria I do Museu do Telephone, Rio de Janeiro, 1993; na Galeria da Igrejinha, Niterói, 1996; no Museu do Ingá, Niterói, 1996; no Centro Cultural Candido Mendes, Rio de Janeiro, 1998; e na Galeria de Arte da Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2000. Integrou a I Bienal de Arte de Mato Grosso, Cuiabá, 1995; a exposição "4 x 4", no Espaço Cultural dos Correios, Rio de Janeiro e no Museu do Ingá, Niterói, 1997; o XXII Salão de Arte Contemporânea de Ribeirão Preto - SP, 1997; e coletiva na Galeria do Serviço Social do Comércio - SESC, Niterói, 2001, a exposição "Niterói Arte Hoje" no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, 2002, e ainda no Espaço Cultural do CREA, no Rio, 2003. Recebeu Menção do Júri, no II Salão de Arte de Mato Grosso, Cuiabá, 1994, e integra a seleção de artistas do mapeamento Rumos Visuais, 1999/2000 e 2001/2003, do Instituto Cultural Itaú, São Paulo. Foi selecionada ainda para o 13th SIBGRAPI - Eletronic Art Exibition, em Gramado - RS, 2000. Participou do Fotorio e do "Mês Internacional de Fotografia" em Quito, Equador e Lima, Peru, sob a curadoria de Ângela Magalhães e Nadja Peregrino, em 2003 e 2004. Publicou o livro A Travessia Rio-Niterói, de autoria conjunta com Marilena dos Reis Peluso, editado pela Fundação de Atividades Culturais de Niterói - FAC, 1983, e diversos artigos em revistas de arte e cultura.

crítica

"Kátia de Marco tem respondido aos apelos do ofício com determinação de artista: sempre experimentando, sempre procurando situar o mundo contemporâneo na tradição milenar, sempre resistindo ao apelo fácil das soluções comerciais repetitivas. Seu temperamento, obstinação e amor à arte, revelados em sua (ainda) curta carreira, prometem levar sua expressão por caminhos inéditos que, certamente, nos farão ver com novos olhos as antigas tradições". HILTON BERREDO, 1993 "Surpreende, na generosa produção estética de Kátia de Marco, a metamorfose das formas, inquietamente operando dentro de um devir de caráter heraclitiano, à medida que a jovem artista jamais banhará suas obras nas águas do mesmo rio estético. Mutável, como a mulher cantada por Verdi, a produção de Kátia de Marco mantém, todavia, ao longo de vasta e variegada trajetória, uma constante, um traço insuspeito, marco indelével, como que pagando, igualmente, tributo a Parmênides: um aspecto minimalista abarca esta arte, essencialmente sensorial, sem dúvida luminosa, quase esotérica e dotada de um não sei quê de diáfano". LATUF ISAIAS MUCCI, 1998 "Evitar a objetificação da imagem pelo olhar do outro propondo um diálogo radical com a imagem - é o que me parece trazer essa exposição de Kátia de Marco. Radical porque sem impor condições prévias desenvolve-se ern situação, como num sonho ou numa alucinação: consciência sem reflexão. Dessa forma, Deus, História e Arte são aqui igualmente desafiados, questionados e rejeitados como intérpretes da obra. Afinal - pergunta-se -, se a liberdade é a condição do ser imanente e o mundo real é contingente, que importância as formas conhecidas de transcendência teriam? Qual o sentido de se ter um intérprete de uma imagem quando esta não representa coisa alguma? Por certo que essa espécie de 'acerto de contas' que a exposição faz com a modernidade tem tudo a ver com o retumbante fracasso da Utopia. E nesse sentido não apenas essa exposição mas toda a produção artística de Kátia do Marco se insere programaticamente naquilo que um conhecido crítico denominou - numa referência ao Novo contemporâneo - de capitalização do zero. Isto é, ela traz consigo 'a dúvida sobre si mesma'. Entretanto, é preciso não confundir essa condição consignada pela produção da artista com o status quo de um certo tipo de pós-modernismo anti-utopista. Pois enquanto este último é tão somente uma atualizaçao da má-fé messiânica revestida de um verniz esquizofrênieo, o que a artista propõe é - repito - um diálogo em situação, um novo modo de pensar a história e, nela, também a arte. Não se trata, portanto, de uma simples rejeição da utopia mas, sim, de tensionar estética e politicamente o modelo que produz seus mitos. Como o efeito que o muarê provoca". RONALDO REIS (em referência ao trabalho da artista na exposição "Trans Aparências", 1998)